Como mostrar, com dados de satélite, por onde o fogo chegou à sua área
Cada foco de calor detectado por satélite tem coordenada e horário. Quando a sequência de detecções começa fora do seu perímetro e avança para dentro, ela ajuda a reconstituir o caminho do fogo. A Orbital Watch guarda essa sequência para a sua área e o entorno, com imagens, desde o dia em que você começa a monitorar.
O que os dados mostram
Os satélites VIIRS registram cada anomalia térmica com latitude, longitude, data e hora da passagem. Ao ordenar as detecções no tempo, é possível ver se os primeiros focos estavam na área vizinha e só depois apareceram dentro da sua área.
O satélite geoestacionário GOES observa a região continuamente; no plano Full Control a Orbital Watch monta um timelapse com uma imagem por hora dos últimos 5 dias, útil para ver a frente de fogo se deslocando.
Por que começar antes do problema
O histórico só existe a partir do momento em que a área está cadastrada. Quem começa a monitorar depois do incêndio depende de consultas avulsas e perde a organização por área. Monitorar antes garante que, se acontecer, o registro já está pronto.
Limites que você precisa conhecer
O pixel do VIIRS tem 375 m: a posição do foco tem essa margem de incerteza, e fogos pequenos ou de curta duração podem não ser detectados. Por isso o histórico é um indício técnico, a ser avaliado junto com outras provas por um profissional habilitado.
Perguntas frequentes
- Satélite consegue mostrar onde o fogo começou?
- Indica a sequência das detecções no tempo e no espaço, o que ajuda a reconstituir o avanço do fogo. A precisão de posição do VIIRS é de cerca de 375 m e fogos pequenos podem não ser captados.
- Consigo dados de um incêndio que já aconteceu?
- A verificação grátis mostra os últimos 10 dias. O histórico completo e organizado da sua área é mantido a partir do momento em que você começa a monitorar.